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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Ritmo frenético

Estou num ritmo frenético, louco e descompassado
Correndo contra o tempo
Correndo contra as horas
Buscando novos rumos
Num ritmo louco e letal
Loucas horas de ansiedade
Tentando desvendar o enigma que é o destino
Dizem que o destino somos nós que escrevemos
Creio que tanta gante não iria querer sofrer
Ironias a parte
Estou tentando escrever o meu
Sem hipocresia
Sem demagogias
Mesmo as vezes a felicidade parecendo ser superficial
Sou uma poeta
Aprendendo a escrever
A materializar sentimentos
A dar vazão aos pensamentos
Sejam eles tolos ou banais
Se eu escrever eu não esqueço
Se eu não registrar esses pensamentos podem passar
E a arte de escrever é o momento
Ficar para sempre em algum lugar
Para alguém ler
Ou ninguém
Mas o segredo de escrever é não ter medo
Não ter medo, significa arriscar
E nem sempre significa conseguir
Se minhas palavras não agradar
Pelo menos eu tentei
Mas com certeza eu tive a coragem
De me expor
De desabafar
De me abrir
Essa sou eu
Uma locomotiva ambulante
Um vulcão em erupção
Cheia de idéias a explodir
Sempre num ritmo frenético e alucinado

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